[ BLAZE BAYLEY] - Fatos sobre o cantor na banda, nos idos anos 93

[ BLAZE BAYLEY] - Fatos sobre o cantor na banda, nos idos anos 93

Muitos sabem que o Blaze Bayley foi um dos vocalistas da banda Iron Maiden, no idos anos 90 por motivos que até hoje são questionados. Na altura, muitos cantores tiveram interesse em substituir Bruce Dickinson, que deixou a banda em 1993, após o Show Raising Hell, nomeadamente por questões de total investimento em sua carreira solo x vida pessoal; este não mediu esforçou em partir. Claro, Steve Harris desesperou-se com a falta que o vocalista faria na banda. Mesmo que eles não se davam tão bem, havia ali um certificado de qualidade em Bruce indiscutível e substituí-lo na “empresa” seria uma tarefa árdua para não abalar os sistemas de qualidade da banda, e dar continuidade ao projeto milionário.


Blaze na altura da escolha fazia parte da banda WOLFSBANE. Disse ele:
” Entrar no Iron Maiden mudou minha vida por completo. Poucos dias antes do Natal de 1993, Steve ligou lá em casa e falou ” Venha aqui para uma reunião comigo e Rod” Ele não disse “Queremos você na banda!” Foi algo mais ou menos assim “ Bem, se quiser, você está dentro“. O que é bem típico dele. E eu fiquei petrificado. Mesmo. Estava muito feliz por que tinha conseguido mas petrifiquei. De repente me vi de frente com uma vida completamente diferente. Eu mal tive qualquer outro tipo de vida fora de uma banda e da música. Até aquele momento eu era o Blaze Bayley do Wolfsbane. Mas agora eu seria Blaze Bayley do Iron Maiden. Foi uma experiência estranha. Levou um tempão até que eu absorvesse tudo. Fiquei eufórico. Havia uma garrafa de champanhe que eu deixava debaixo da pia e abri naquela noite. Tomei a champanhe inteira, sozinho, fiquei bêbado e comecei a olhar o Automart para saber quanto custava um Jaguar.”


No entanto, como lançamento de The X FACTOR, a banda foi metralhada por críticas, especialmente pelo novo cantor.
Depois de um ano duro, Steve disse:
“É um dos melhores álbuns que já fiz , sendo os outros dois: Piece of Mind e Seventh Son of a Seventh son, o que se tornou ainda mais difícil para eles entenderem depois das terríveis resenhas na Inglaterra, foi o fato de que The X Factor venceu o “Premio de melhor disco do ano ” na França e na Alemanha, e revitalizou a carreira da banda nos Estados Unidos.”
Este álbum era suposto ter usado 14 canções e ficaram afinal com 11, e os temas era mais modernos, maduros – segundo Steve Harris – o que pode ter chocado os novos críticos tão jovens. O fato é que todo esse período foi delicado demais, e Steve lembra com dor o tempo em que tinha que superar duas grandes perdas: A saida de Bruce e o divórcio com sua esposa, paixão de adolescência. Para além de tudo, administrar tudo com 4 filhos ( Lauren com 10 anos, Kerry com 8. Faye com 6 e George com 4)


As músicas que refletiram isso, foram as que falavam de rompimentos: SIGN OF CROSS, FORTUNES OF WAR,  JUDGEMENT OF HEAVEN
 O grande e inesperado sucesso veio através da super promoção via MTV do Video Clip = Man of The Edge (veja abaixo), com boa aceitação dos fãs, e composição de Blaze. Man on the Edge era como uma sensação que Blaze sentia, bem como o contraste com o Steve destroçado pelas tristezas da vida. Não obstante, vimos que Blaze naquele momento trazia boa contribuição à banda. Nada que pudesse perpetuar. Mas no momento que Steve se sentia tão frágil, era necessário apostar em alguma coisa para não se perder o “jogo”. Foi então que fomos surpreendidos, com mais um álbum o ” Virtual XI” que convenceu uns e afastou outros da banda.  Mas não há nada como um fã de Iron Maiden, e a história que vem a seguir, vamos tratar em outro momento.



Blaze sempre foi um grande artista, não mais que Bruce Dickinson, mas com capacidades de ser uma fibra a suportar os ataques e ajudar a manter a banda em pé em épocas de vacas magras. Após a saída da banda, o que ocasionou o retorno de Bruce, Blaze lançou seu espetacular ” Silicon Messiah” de 2000, e seguiu resistente na sua carreira solo, que ate hoje em dia (2019) pudemos vê-lo a lançar um importante trabalho, conceitual e com carga musical típica. O último trabalho de Blaze chamado “The Redemption of the Willian Black  ” faz parte da Trilogia criado com o nome Infinite Entanglement .
Curta um dos destaques dos anos 90 na carreira de BLAZE:



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Verônica Mourão

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