[ DENNIS STRATTON ] - Críticas ao documentário Burning Ambition em relação a Blazer Bayley

 Dennis Stratton, guitarrista que participou do primeiro álbum do Iron Maiden, saiu com sentimentos mistos depois de assistir ao documentário “Iron Maiden: Burning Ambition”. Apesar de elogiar o filme e dizer que ele é “fantástico para os fãs”, o músico acredita que a produção acabou sendo dura demais com Blaze Bayley.

Em entrevista ao canal Paulieflix, Dennis contou que conheceu Blaze pessoalmente durante a estreia do documentário em Londres. Os dois conversaram bastante no tapete vermelho, mas o clima mudou quando ele percebeu a forma como a fase dos anos 90 foi retratada no filme.

Segundo Stratton, a narrativa passa a impressão de que o Maiden começou a desmoronar logo após a entrada de Blaze no lugar de Bruce Dickinson. “Parecia que estavam culpando o Blaze pela queda da banda”, comentou. Para ele, isso não faz justiça ao vocalista, que encarou uma missão praticamente impossível ao substituir Bruce.

Dennis ainda destacou que Blaze participou de “três álbuns (?!) muito bons” e lembrou que Steve Harris reconhece a contribuição do cantor naquela fase. O guitarrista também disse que achou estranho o contraste criado pelo documentário quando Bruce retorna ao grupo e os shows voltam imediatamente aos grandes estádios.

Mesmo fazendo a crítica, Stratton deixou claro que não existe ressentimento da parte dele. O músico afirmou ter orgulho do trabalho nos primeiros anos do Iron Maiden, especialmente nas harmonias de guitarra criadas ao lado de Dave Murray no álbum de estreia de 1980.

Bruce Dickinson também comentou recentemente sobre o documentário e admitiu que muita coisa importante ficou de fora. Segundo ele, seria impossível resumir cinco décadas de história em apenas 90 minutos.

Créditos @heavynrocker


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