Diário do IMB – Nossa Epopéia Até Conhecer Steve Harris, Nicko McBrain e Adrian Smith




Por Michelle Ferreira Sanches

O início da aventura
Tudo começou em Novembro de 2015, quando Sabrina e eu decidimos chegar o mais perto da banda que pudéssemos. Muitas pessoas nos mandam perguntas no IMB sobre como descobrir o hotel, como abordar os caras, como conseguir foto, etc., e então resolvemos bancar as ‘cobaias’ e descobrir como fazer isso. A primeira coisa que digo é: sorte não tem nada a ver com isso. Muita gente que viu no meu Facebook as fotos que tirei com Steve Harris e Nicko McBrain tem comentado ‘que sorte’ mas, como verão mais para frente, sorte não teria ajudado nem um pouco.
Neste período de tempo, o hotel aonde a banda ficaria mudou umas cinco vezes. Era um tal de fazer reserva, cancelar reserva, fazer reserva em outro hotel, cancelar a reserva no outro hotel, reservar de novo que não tinha fim.
Finalmente, na semana do show em São Paulo, nos foi confirmado que o hotel aonde ficariam seria o Renaissance (foi confirmado por 4 pessoas diferentes), por isso, na sexta-feira, 25/03, pegamos nossas malas e partimos para lá.

No hotel
O Renaissance é um hotel lindíssimo, e muito bem localizado. Chegamos, fizemos check in e decidimos já deixar nossa conta paga (afinal, a moeda do hotel é o dólar, e naquele dia estava em baixa, mas poderia aumentar até o fim do dia, e pagaríamos mais caro nesse caso).
Ficamos em um quarto duplo no 14⁰andar, com uma vista privilegiada da avenida Paulista. Estávamos verdadeiramente empolgadas, como duas crianças.
Ficamos no quarto até 17:15 (horário que o Ed Force One pousaria, em Guarulhos) e descemos para o lobby, aonde também fica o bar do hotel, para aguardar a chegada da banda. Já havia muitos fãs por lá. Muitos mesmo. Dentro do hotel, umas trinta pessoas no mínimo. E foi aí que tivemos a primeira decepção: a banda não ficaria no Renaissance.
Toda a Killer Krew ficaria ali, bem como o pessoal do Anthrax e da The Raven Age, mas os integrantes do Maiden, Rod Smallwood e o staff do EF1 ficaria em outro hotel.
A Sabrina ficou muito triste, mas eu sabia que não iria desistir, sabia que iria descobrir o local correto, então comecei a ‘correr’ no alto do meu salto de um lado para o outro naquele hotel, conversando com um aqui, outro ali, para obter informações. Nessa correria, peguei elevador duas vezes com Michael Kenney, e uma com o Scott Ian, que é uma pessoa extremamente simpática.
Sai do hotel por duas vezes para conversar com alguns amigos que estavam na porta do mesmo, do lado de fora, e avisá-los que a banda não estava lá, até porque estava chovendo e não queríamos deixar a galera naquela situação sendo que a banda nem estava lá. Em ambas as ocasiões, fui barrada pelo segurança na porta, quando eu estava voltando para dentro. Exibi a chave do quarto diante de seus olhos e pedi educadamente que saísse da minha frente. Aliás, os seguranças do Renaissance precisam aprender uma coisinha ou outra sobre educação. Muitos amigos meus que estavam hospedados lá também receberam tratamento desse tipo dos seguranças, e isso é algo que nenhum deles merecia.
Sabrina e eu voltamos para nosso quarto por volta das onze e meia, e fomos dormir, porque iriamos acordar cedo e ir para a fila no dia seguinte, mas sabendo que teríamos a ajuda de um anjo da guarda e uma fada madrinha para descobrir o local correto.
A fila do show

Acordamos às seis da manhã no sábado, já cheias de ansiedade. Tínhamos combinado de encontrar nossa Maiden People na fila, às oito da manhã. Maiden People é o nome do grupo de Whatsapp que nossa linda Simone Garrafiel criou para reunir a galera que iria no show de Sampa. Alguns amigos nós já conhecíamos pessoalmente, porque nos vimos ano passado, numa pizzaria, quando a Simone veio para SP, e eu estava muito ansiosa para revê-los, Robson, Geb, Milla, Luciano, Bah Medina, Fábio e Felipe. E ansiosa ainda mais pelos amigos que eu ainda não conhecia pessoalmente. O Maiden é o tipo de banda que consegue fazer isso, sabe? Ajuda a conhecer pessoas e travar amizades verdadeiras.
Também sabia que iria encontrar pessoalmente os companheiros de Iron Maiden Brasil, Tiago, Gustavo e Elias, e estava ansiosa pra isso.
Antes de sair do hotel, Sabrina e eu olhamos pela janela. Estava frio e garoando um pouco. Por isso, vestimos nossas camisetas do Maiden (ela de Somewhere in Time, eu The Book of Souls), jeans e nossos all stars (pura coincidência, mas estávamos usando o mesmo tipo de tênis) e fomos. Ainda lembro de ter colocado uma capa de chuva na minha bolsa.

Chegamos à fila, encontramos nossa galera e, para a minha surpresa, logo atrás de nós, na fila, estava André, um ex-aluno meu, que sempre soube que gostava muito de Maiden (inclusive passei a música Wasted Years para a turma dele apenas por causa do André). Já estávamos brincando, conversando, num clima bem gostoso, quando um sol terrível apareceu. Detalhe para Milla e para mim, que somos extremamente branquinhas, e estávamos sem protetor solar. Naquele dia, descobri como o bacon se sente, na frigideira.
Pouco após isso, Tiago e Gustavo apareceram pela fila, extremamente felizes, encontrando amigos virtuais e outros que também tinham vindo de Fortaleza. Conversamos um pouco, tiramos uma foto da equipe IMB quase completa (Elias chegaria apenas no fim da tarde, e infelizmente não conseguimos conhece-lo pessoalmente).


Perto do meio dia, a fome batendo, uma pessoa passou pela fila distribuindo aquela cartela de descontos do Burger King (havia um ali bem perto), e salvou nossa vida. Aproveitei um pouco da minha agilidade de bailarina e literalmente pulei a cerca da fila, pra ir buscar lanche para Sabrina e para mim. Outras pessoas aproveitaram e fizeram o mesmo também, depois retornando ao local aonde estavam na fila.
Improvisamos um piquenique de fast food, sentados no chão, ansiedade a mil, querendo muito entrar logo.



Uma coisa que notamos foi que MUITA GENTE foi mal educada e cortou fila, pulando a cerca de metal. Houve até mesmo briga. Galera, isso é extremamente errado. Especialmente na budzone (ou premium), a galera chega super cedo para garantir um bom lugar. Não existe essa de meu amigo chegou mais cedo e guardou nosso lugar. Não se guarda lugar na premium. Se quiser ficar com seus amigos, combinem um horário e cheguem todos juntos. Mas não banque o esperto e chegue mais tarde, querendo cortar fila e se achando esperto.

Run to the Hills

Finalmente abriram-se os portões e fomos para a revista (homens e mulheres em filas separadas). A pessoa que estava revistando a fila aonde Sabrina, Milla e eu estávamos era super grossa. Nos empurrou e ficou demorando de propósito para liberar cada pessoa. Até mesmo enfiou a mão no bolso do short da Milla, dá pra acreditar? E depois, do meu lado, já na pista, tinha um cara com um bracelete com tachas pontudas ENORME. Como deixaram ele entrar com aquilo??
Na hora de passar na catraca, outra surpresa. Lembra da Livepass dizendo que tinha que levar o cartão de crédito, declaração, etc? Pois bem, não pediram NADA. Eu mesma estava com meia entrada (e a carteirinha da faculdade na bolsa), e não me pediram nem o RG, para conferir. Entreguei o ingresso, o rapaz destacou e me devolveu, e liberou minha entrada. Simples assim.
Ao entrar, ficamos na quarta fileira, bem pertinho da grade. Conseguimos, até aquele momento, ficarmos todos perto uns dos outros, afinal estávamos num grupo grande. A ansiedade aumentava a cada segundo, e as horas não passavam, pareciam se arrastar sem fim. Tudo parecia estar muito tranquilo até aquele momento, todo mundo na vibe, esperando o show começar.
O primeiro show, The Raven Age, me surpreendeu positivamente. Eu já havia ouvido algumas músicas deles, mas não tinha me impressionado. Ao vivo, no entanto, a coisa foi outra. Em minha opinião, a presença de palco da banda é enorme.
O começo já foi excelente, com o baterista entrando em palco vestindo uma camiseta da Seleção Brasileira. Isso foi algo bem legal de se ver. George Harris se move pelo palco cheio de energia, o tempo inteiro. Foram super educados e mostraram a que veio. Enfim, eu gostei.
E a primeira briga na budzone aconteceu bem no final do show deles. Dois caras se socaram, disputando a baqueta que o baterista havia jogado. E eu me lembro de ter pensado, ‘se estão assim agora, imagina pela baqueta do Nicko’. Confesso ter sentido um pouco de medo.
E também estava com medo do show do Anthrax, porque achei que o mosh seria demais ali. Me lembro perfeitamente do show do Slayer, em 2013, porque estava na grade da pista e quase fui esmagada ali. Mas, para nossa surpresa, não houve problemas, nem empurra-empurra no Anthrax. O show transcorreu sem transtornos, pelo menos no lugar aonde estávamos. O único ‘transtorno’ era o número de celulares erguidos, fotografando e filmando tudo. Galera, ninguém compra ingresso pra ver um show pela tela do seu celular. Respeite o coleguinha que está atrás. Tem um showzaço na sua frente, preste atenção nele e guarde o celular, para não estragar a experiência das outras pessoas. Não tem nada mais irritante do que tentar ver o palco e ver só iPhones e Samsungs na sua frente.
The Book of Souls

Após o término do show do Anthrax, a ansiedade atingiu níveis insuportáveis. A gente sabia que o palco do Maiden já estava montado, coberto apenas por panos pretos. E cada pessoa a aparecer no palco já causava um mini infarto coletivo.
Quando Doctor Doctor começou, nossos nervos já estavam em frangalhos. O show estava começando com 15 minutos de atraso, e não sabíamos o porquê.
Enquanto todos olhavam os telões, vendo a introdução (o vídeo do avião preso nos cipós, tentando se soltar), eu mantive meus olhos no palco. E consegui ver Bruce, no escuro ainda, meio escondido, se preparando para começar. Meu coração quase saiu pela boca.
Impossível não se arrepiar ao ouvi-lo dizer Here is the soul of a man/ Here in this place for the taking. Mas arrepiante mesmo é o que aconteceu na sequência: no momento em que o primeiro acorde de guitarra foi tocado, uma tsunami de pessoas aconteceu, e em menos de cinco segundos eu fui jogada na grade e me perdi de todos os meus amigos.
Ah, a grade: sonho de todo fãs, mas pesadelo, dependendo da situação. Eu queria, ao mesmo tempo, ficar ali e assistir ao show, e sair de lá e tentar reencontrar meus amigos. Foi impossível sair de lá antes do término da terceira música, Children of the Damned. Esta era uma das músicas que eu mais queria ver ao vivo, afinal, é uma das minhas grandes preferidas, e nunca achei que viveria para vê-la sendo tocada ao vivo novamente. Ainda estou sem palavras para falar sobre ela.
Enquanto estava esmagada na grade, algumas coisas legais aconteceram. Durante Speed of Light, Steve tocou bem em frente aonde eu estava, e Bruce, que faz muito contato visual com a plateia, olhou para mim por tipo uns dois segundos, suficiente pra me fazer quase morrer de novo.
Conforme Children ia terminando, consegui sair do ponto onde estava e ir um pouco para trás, quando reencontrei Milla. Ah, nem dá pra explicar a alegria que foi ver um rosto conhecido naquela hora. Porém ela me disse que minha amiga querida, Sabrina, tinha passado mal, e o namorado da Milla tinha levado a Sah para onde estavam os bombeiros. Naquele momento me deu pânico, porque eu queria encontrar a Sah naquela mesma hora, para ter certeza que ela estava bem, mas ao mesmo tempo era impossível sair de onde eu estava. Milla me assegurou que Sabrina estava bem, e eu tentei voltar a curtir o show, mas não foi a mesma coisa. Tocava Tears of a Clown, e eu comecei a chorar (eu sabia que ia chorar nessa música; o que não sabia era que começaria a chorar nessa e só pararia de chorar uns dez minutos após o show ter acabado). Milla e eu seguramos a mão uma da outra e fizemos de novo o caminho rumo à grade, embora ficando um pouquinho atrás dela.
Powerslave foi outra surpresa pra mim. Eu amo demais essa música, mas confesso que não gostei muito da máscara que Bruce tem usado desde o show do México, sabe? Prefiro a de falcão. Porém, de perto, esta máscara é linda, combina demais com toda a temática Maia da turnê.
Outro ponto alto para mim foi Hallowed Be Thy Name. Minha música preferida de todas mesmo, foi demais vê-la ao vivo, cantar até perder a voz, gritar, e ver Bruce brincando com aquela corda no pescoço, acertando a bateria com ela.
O show inteiro pareceu passar em 10 minutos, deixando aquela depressão pós-Maiden antes mesmo dos acordes finais de Wasted Years.
Assim que acabou o show, reencontrei Sabrina, que estava bem, e tinha ficado na grade, mais à direita, na lateral, e visto o show inteiro dali. Nos abraçamos chorando, e saímos correndo para o Metrô pois, de posse do nome e endereço do hotel aonde o Maiden estava, a última parte da aventura estava começando.
Good things come to girls who wait
Fizemos check out no Renaissance por volta das seis da manhã, e, com nossas malas, fomos para o metrô novamente, rumo ao hotel certo. Fizemos uma maratona, indo primeiramente ao Aeroporto de Guarulhos, e pegando lá a van que faz o translado do terminal para o hotel.
Ao chegar, ficamos sentadas no lobby, em frente à área dos elevadores, esperando.
Essa é a parte mais difícil, a espera. A ansiedade aumentava a cada minuto.
Por volta de nove da manhã, Bruce apareceu, já com seu uniforme de Comandante, indo direto para a van onde o staff do EF1 o aguardava. Ele anda rápido demais! Apenas consegui entregar para o segurança dele o presente que eu havia levado (uma camisa do Brasil, com o nome dele nas costas), e o segurança, que deve ter ficado com pena de mim, disse que entregaria a ele.
Alguns amigos nossos, que estavam no hotel, apareceram no lobby também, então não nos sentimos tão sozinhas.
Na sequência, Nicko aparece, vestindo uma camiseta e calça de pijama. Foi super simpático com todo mundo (estávamos em, no máximo, oito pessoas lá), deu autografo e tirou foto com todos nós. Quando tirei foto com ele, eu disse (em inglês): muito obrigada, Nicko, você é o melhor. E ele me deu um abraço mais apertado e um tapinha no braço.


Depois Adrian apareceu, e Sabrina conseguiu realizar seu maior sonho: tirar foto com ele. Ela entregou a ele seu presente (também uma camiseta da seleção com o nome dele), e ele foi super gentil com ela.

Eu bati a foto para Sabrina, e me virei, e foi aí que quase caí dura, porque vi Steve, bem atrás de nós. STEVE! Steve, o cara que escreveu 99,9% das músicas que eu amo! O cara que criou o Maiden! E ele estava ali!
Eu fui encarregada por uma amiga de entregar a Steve, se tivesse oportunidade, uma carta, e foi o que eu fiz. Me aproximei dele e entreguei a carta. Também consegui um autógrafo (que irei mandar de presente para esta amiga), e uma foto com o patrão. Eu só conseguia pensar: Meu, é você mesmo? É o Steve mesmo! É você, você é de verdade, você existe mesmo!!




Steve é bem diferente do que estamos acostumados a ver no palco, sabe? Ele é extremamente tímido. A gente não imagina isso dele, sendo o patrão, certo? Mas ele é.
Vimos também Dave Murray, mas não conseguimos foto com ele, nem autografo. Mas tudo bem, nossa missão havia sido cumprida.
Após a saída da banda, fomos todos para o aeroporto, ver o EF1 decolar. O avião é enorme, mas tive minha percepção dele prejudicada por um avião da Luftansa que estava próximo a ele, e mais parecia um ônibus espacial do que avião mesmo. E a tristeza ao ver aquele lindo jumbo deixando nosso país é algo que a gente não consegue entender.

Sobre a aventura

Essa foi a primeira vez que acompanho uma turnê do Maiden como membro da equipe Iron Maiden Brasil. E me diverti muito, desde ficar acordada até quatro da manhã, quando as vendas se iniciaram, respondendo a todos os inboxes de vocês, que estavam com dificuldades para efetuar as compras.
Conheci pessoas incríveis nesse período, como o Luciano Ferreira, que acompanhou a banda pela turnê na América do Sul (desculpa, Luciano, não consegui o autógrafo na sua foto, porque foi correria demais quando a gente finalmente encontrou a banda, no hotel correto), e o Roberto Tazima, que ficou acampado na fila para a budzone por mais de uma semana (foi o primeiro fã a chegar lá, e eu acho que você foi um guerreiro). 


Adorei cada minuto do contato com todos vocês, na nossa página, no site e no grupo Iron Maiden Brasil, aonde espero ter podido ajuda-los, mesmo que um pouquinho. Quero também agradecer a todas as pessoas que me reconheceram do IMB e vieram me cumprimentar, no hotel Renaissance e na fila, especialmente a super fofa Bibi, que me deu um bottom lindíssimo do Eddie.

Para meu anjo da guarda e fada madrinha que nos informaram o lugar correto, meu eterno obrigada (não vou mencionar nomes, mas vocês sabem quem são).
Ao Tiago, Gustavo, Simone, Sabrina, Elias, Danilo, Rubens e Alexandre: obrigada por me deixarem ser parte desta equipe incrível, comprometida com a banda e com os fãs. De fã para fã.
À Sabrina e Alexsandra, em especial, agradeço pela paciência, parceria, alegrias e tristezas que dividimos neste período todo. Obrigada por me aguentarem.
Agradeço toda a Maiden People (não vou marcar nomes para não esquecer ninguém, mas vocês sabem quem são).
O saldo final dessa aventura foi carteira vazia pelo futuro próximo, dois quilos a menos, queimaduras de sol/ insolação das bravas, rouquidão por semanas e 48 horas inteiras acordadas.
Se eu faria isso de novo? CLARO QUE SIM!
Muito obrigada, Iron Maiden, por ter me proporcionado os melhores amigos que já conheci na vida, e um fim de semana com uma aventura que certamente contarei a meus netos.



Sobre Michelle Sanches

Michelle Sanches

2 comentários:

  1. Parabéns muito legal mas
    QUAL FOI O HOTEL QUE ELES FICARAM ENTAO?

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  2. Pois é, ficar colocando pano é pra quem não se garante...

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